O Brasil possui uma vasta extensão de terras, 70% deste espaço não está ocupado e não está sendo explorado de forma correta e sustentável, faltam boa vontade, comprometimento, seriedade e real intenção de mudar as coisas e, principalmente, recursos financeiros; a flora, fauna e a diversidade são imensas, ainda não catalogadas dentro de padrões técnicos e científicos, ocupam 38% de todo o território brasileiro, porém na última década vêm sendo violentamente agredidos; atacados de forma selvagem por poderosos grupos econômicos, sem nenhum critério racional ou técnico, voltado para a exploração extrativista objetivando o lucro fácil.
O Brasil, como todos os países emergentes, também tem os seus problemas: crescimento não sustentado, falta de planejamento e controle, desenvolvendo-se de forma desordenada, sem saneamento, carente de projetos conscientes voltados para resultados efetivos de crescimento sustentado, lucro e melhoria na qualidade de vida. Dentro desta diversidade e expansão populacional sem planejamento, não foge à regra de todos os países em desenvolvimento; porém, este desenvolvimento está acentuado de forma mais desordenada na região Sul e Centro-Sul. Dentro desta geografia, destaca-se na região Centro-Sul, a mais desenvolvida, o Estado de São Paulo, apontado como referência mundial do crescimento sem planejamento e controle; por destacar-se a sua pujança, estando colocado como uma das três maiores cidades do mundo.
São Paulo tem uma economia forte e 40% do PIB – Produto Interno Bruto do Brasil – sai deste estado. Possui representatividade mundial: 95% dos 100 maiores bancos do mundo e 93% das 1.000 maiores empresas do mundo possuem negócios, têm escritórios e filiais nesta região.
Como todas as outras grandes regiões do mundo, desenvolvidas ou em desenvolvimento, também tem os seus problemas: densidade demográfica concentrada na capital, problemas com transporte, segurança, saúde, meio ambiente, qualidade de vida; crescendo de forma desordenada, sem planejamento.
Possui graves e crônicos problemas de poluição ambiental no ar, solo, águas, sonora e visual, carente de áreas verdes. As poucas existentes já estão comprometidas com o desmatamento descontrolado, especulação imobiliária, invasões de propriedades.
Na última década, o governo vem investindo pesado no controle ambiental e estabelecendo políticas de meio ambiente mais rígidas; investiu no saneamento básico, loteamento clandestino, controle de emissões na atmosfera, políticas sustentadas, mas muito do que está fazendo ainda é muito pouco ou quase nada.
Se considerarmos uma área dentro do raio de 200 km do centro da capital, vamos encontrar pouca coisa que ainda resta. Existem 6 ou 7 áreas de mata nativa preservada, porém apresentando sérios indícios de ataques por especulação imobiliária e invasão de terras alheias, programada com o cunho específico de latifúndio e ocupação do capital alheio. Cerca de 5 áreas de preservação ambiental foram tombadas pelo governo, porém nenhuma foi indenizada financeiramente ou se exerce alguma política ambiental de forma sustentável ou ecologicamente correta que vise à preservação, manutenção e, principalmente, à perpetuação deste patrimônio.
Dentro deste contexto geográfico e ambiental, São Paulo, como todo grande centro do mundo, precisa respirar, fazer um planejamento ambiental correto; porém tudo isto tem um custo muito elevado, investimentos precisam ser feitos; ocorre, porém, que dentro das 7 áreas verdes relatadas, 3 são de propriedade particular, são áreas verdes ainda preservadas, mas já apresentam acentuados indícios de invasão imobiliária, desmatamento e agressões constantes. Localizadas dentro do perímetro suburbano, distando em linha não mais que 140 quilômetros em linha reta uma da outra, é um oásis, um paraíso ecológico remanescente, que persiste em ficar vivo, porém seriamente ameaçado dentro desta imensidão urbana flagelada. São 3 áreas ambientais distintas, de propriedade privada, com 326.806.000 metros quadrados de matas nativas dentro da capital da segunda ou terceira cidade mais desenvolvida do mundo.
Estas áreas são compostas de uma biodiversidade complexa e muito rica, compostas de florestas tropicais quase intactas, nascentes e aguadas fontes de água cristalina, distantes de qualquer vestígio de poluição. A fauna ainda é rica, mantendo na maior parte a diversidade de animais nativos. Funcionam como pulmão natural da cidade, filtrando o ar dentro do processo biológico de fotossíntese.
Estas áreas, infelizmente quase que imperceptíveis, estão sendo devastadas com invasores, sofrendo desmatamento, queimadas; invasores que, na calada da noite, instalam-se clandestinamente, fazem acampamentos e começam a perpetuar estes locais, construindo lentamente casas de campo, vivendas e ranchos. Tudo isto acontecendo debaixo dos olhos da lei, cuja legislação é falha, demorada, arcaica e ultrapassada.
Visando parar este processo e reverter os estragos já causados, estamos propondo perpetuar estas áreas, cercando todos os perímetros limítrofes, cadastrar e remover todos os ocupantes destas áreas ocupadas ilegalmente, reflorestar com exemplares da mata nativa, desenvolvida com a flora composta de espécies do próprio local.
Fazer monitoramento aéreo contínuo com helicópteros, e rastreamento eletrônico diário de todas as áreas, instalar 03 brigadas contra incêndio, formar guardas e brigadas, estabelecer convênios com ONGs, Universidades e toda a coletividade científica, possibilitando de modo concreto e efetivo perpetuar esta área para sempre; vertendo este patrimônio perpétuo para a humanidade e gerações futuras.
Obviamente, para colocar na prática estes projetos, precisam-se de investimentos; investimentos pesados. Não existe nenhuma fórmula mágica para solucionar este problema, porém estamos exercendo a criatividade de implementar projetos ambientais autossustentáveis com lucro. Este patrimônio privado está localizado em áreas centrais, bem localizadas, com grande e considerável valor patrimonial.
Este projeto tem o objetivo de captar recursos para serem revertidos em projetos de meio ambiente, porém, acima de tudo, tem cunho financeiro e está voltado para resultados de prover lucros aos acionistas; além dos resultados de ordem jurídica e ambiental.
Não é um mero projeto de vender ou repassar bônus ecológicos. Trata-se de vender ações lastreadas no patrimônio real da empresa:
OXXYNG CALX S/A MEIO AMBIENTE E FINANCAS
Ramo de atividade: projetos financeiros, engenharia do meio ambiente, reflorestamento, cultura e ecologia, financiamento de projetos, compra e venda de imóveis, atuação no mercado de ações e títulos mobiliários.
DOCUMENTOS CADASTRAIS:
GLEBA – 01
ÁREA TOTAL: 188.706.000 METROS QUADRADOS.
CONFRONTANTES: Vide memorial descritivo.
INSCRIÇÃO NO INCRA: 639..079.012.254-7.
PROPRIETÁRIO: VALTER MOROZ
GLEBA – 02
ÁREA TOTAL: 11.519.665,33 METROS QUADRADOS.
CONFRONTANTES: estrada do Rio Acima e represa Billings, Bairro dos Tatetos, Distrito de Riacho Grande, Município de são Bernardo do Campo.
INSCRIÇÃO NO INCRA: 638.331.521.760
PROPRIETÁRIA: MARIA ALVES DE OLIVEIRA
GLEBA – 03
ÁREA TOTAL: 26.620.000 METROS QUADRADOS
CONFRONTANTES: Vide memorial descritivo.
INSCRIÇÃO NO INCRA:
PORQUE VOCE E SUA EMPRESA PRECISAM INVESTIR NO MEIO AMBIENTE.
VANTAGENS E BENEFÍCIOS:
As ações serão capitalizadas no patrimônio líquido e no balanço como ativo. Ganhos de capital e valorização de ativos, além da flutuação de mercado na oferta e demanda, devem ser contabilizados como patrimônio ativo. Compensação ambiental. Ganhos nos créditos de carbono e ganhos de capital no mercado de créditos de carbono. Ganhos de capital no mercado de sequestro de carbono. Demonstrar no seu patrimônio ambiental que investe no meio ambiente. Direitos de imagem e exploração de marketing proporcionais à participação acionária. Demonstrar que você e sua empresa investem corretamente no meio ambiente. Investimento caucionado e garantido pelo próprio patrimônio imobilizado.